Posts filed under ‘Testemunhos’

“Sede meus imitadores como eu sou de Cristo”

Seu Miguel só não é uma figura singular, porque existe Dona Geni. Esses dois irmãos nos dão a alegria de ver que o evangelho de Jesus ainda é o mesmo, continua transformando vidas e produzindo os mesmos frutos.

Dona Geni era muito Católica quando casou com Miguel. E os dois compraram uma bíblia do Vaticano. Ele não lia, mas ela lia para os dois. Ela que lia e não entendia nada, mas ele entendia tudo e a explicava. Seu Miguel foi o primeiro a se converter, dona Geni se converteu em seguida. Já passaram muitas lutas, andaram por muitos lugares! Seu Miguel trabalhava com as prórprias mãos pelo Reino. Quando não havia local para os crentes que com ele andavam se reunirem, ele mesmo fazia os tijolos com os jovens e acentavam um por um. Quantas vezes ele e Geni não foram chingados, ameaçados, recebidos com pedradas?

Hoje, depois de tantos anos de Câncer, mais de 60 cirurgias realizadas no SUS, alguns procedimentos em que as pessoas na sua frente, entravam e saiam mortas em um saco preto, e seu Miguel, com a mesma fé e a mesma alegria que vem do Espírito, com um só propósito: Fazer discípulos. Comunicar a palavra de Deus, cuidar do Espírito daqueles que cuidam do seu Corpo físico.

Conhecer seu Miguel e Dona Geni é como mergulhar no livro de Atos dos apostolos. Conversar com eles por alguns instantes é como ler um epístola de Pedro. Não que eles sejam melhores que os outros, é só que há um grande tesouro dentro deles, imitando seu Miguel e Dona Geni, nos sentimos imitadores de Jesus.

“O Bom homem, do bom tesouro do seu coração tira boas coisas”.

VEJA AQUI A ENTREVISTA COM SEU MIGUEL

janeiro 10, 2011 at 12:41 pm Deixe um comentário

Relato de uma Segunda Feira

Testemunho de um irmão.

Quando eu subi no ônibus, estive em pé, estava cheio, e haviam pessoas de pés por todo o corredor, e me deu uma vontade de pregar o evangelho (e uma vontade de não pregar também).

Então eu orei, e perguntei: Deus o que você quer que eu faça. E ele disse: pregue.

Então eu orei de novo: O que eu vou dizer? Do que eu vou falar? E ele disse: de mim.

Ai, eu fiquei inquieto, não sabia se começava ou esperava e pensei: vou esperar passar desse ponto de ônibus, por que eu pregaria para as pessoas que entrassem nele, e Deus disse: não, pregue agora. Pois ele sabia que ninguém ia descer nem subir nesse ponto… Eu é que não sabia.

Quando comecei a falar eu disse algo do tipo:

Boa noite. Eu queria abençoar a noite de vocês e dizer que Deus é bondoso, misericordioso, verdadeiro, sincero, santo, justo, Deus é Amor, Deus deixaria o Trono do Universo para nascer numa manjedoura, Deus morreria numa cruz por mim, e por vocês. Deus gosta de ouvir a nossa vós e ver o nosso rosto, e acompanhar cada ato nosso. Cada pensamento, cada olhar, cada movimento. Deus nos fez com um propósito! Deus quer uma família. E é por isso que estamos aqui. Deus quer ser nosso amigo.

Pois foi isso o que Jesus veio fazer por amor a nós e ao Pai. Se um homem se transformasse em uma… (mais…)

julho 22, 2010 at 11:38 am 1 comentário

Três de três. Mãos que protegem, que adoram e apontam para o Céu (testemunho de um irmão)

“Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.”

aberta

É impressionante a forma como Deus é livre para falar com seus filhos da maneira que quer, da maneira criativa e inimaginável que ele usa. Lírios, passarinhos, situações, momentos, amigos, coisas, de forma que “por toda terra se faz ouvir sua voz”. Outro dia, acordado um pouco antes do Sol nascer, Deus me falou através de uma plantinha muito graciosa.

neomarica gracilis. Este é o nome desta linda íris. Flor muito interessante em diversos aspectos! Através de uma dessas, o Senhor falou comigo, com suas pequenas 6 pétalas e três pistilos. Três de três. (mais…)

outubro 29, 2009 at 6:57 pm 1 comentário

“Saia dai”

Testemunho de um jovem:

dia 04.07

“Eu fui deitar nesse dia com uns pensamentos ruins, dos quais eu estava fugindo. E eu deitei e eu estava me sentindo num lugar escuro, muito escuro, e estava encolhido, tentando fugir de pensamentos maus.

Pra mim eram uma luta. Pensamentos e setas assim são quase impossíveis de se vencer com as próprias forças (Sorte minha que vivo não mais eu), e ali estava eu, no meio do espaço escuro do meu coração eu acho todo encolhido, quando alguém se agacha ao meu lado e diz:

—’Saia dai.’

Era Jesus. Aquela voz tão serena e aquele falar tão doce, e ao mesmo tempo tão certo e determinate, era Jesus, e a sua voz. Ele segurou a minha mão e me tirou de onde eu estava e começamos a andar juntos! Eu parecia um guri pequeno perto dEle! Ele era mais alto, e eu, literalmente, parecia uma criança. Lembro de ter perguntado algo como:

bestfriends—’Pra onde estamos indo?’

Mas Jesus não me disse pra onde a gente ia não, a resposta foi diferente do que eu esperava, entende? Ai eu perguntei DE NOVO! Mas outra vez ele não me disse onde a gente ia. Quando eu perguntei pela TERCEIRA VEZ, ai quem respondeu foi o Espírito Santo! É Ele estava lá também! Conosco! Ele me ensinou o seguinte:

Quando estamos com Jesus o que importa não é bem para onde nós estamos indo. Importa que estamos com Ele.

Agora, já não estava mais escuro. Estava claro onde nós estavamos e, de repente, em nossa frente, começou a nascer o Sol, bem pertinho! Uma luz irradiante e brilhante que nos envolvia!

Então eu perguntei: —’Isso é Deus?’

“Parecia a pergunta mais boba a se fazer, Mas! Sim! Era Deus! Ele estava conosco! E agora tudo era diferente, porque estavamos juntos! Deus estava comigo, Jesus segurava a minha mão, e o Espírito Santo falava ao meu coração! E ELE SÓ QUERIA QUE EU SOUBESSE QUE ELES ESTAVAM LÁ SEMPRE… MESMO QUANDO EU PENSEI QUE SÓ HAVIAM TREVAS…”


sol

“Quando estamos com Jesus o que importa não é bem para onde nós estamos indo. Importa que estamos com Ele.”

“Saia dai.”

agosto 6, 2009 at 12:38 am Deixe um comentário

Compartilhando um Sonho (dos jovens discípulos em Salvador)

espada

Estávamos todos correndo numa mesma direção. Só solteiros estavam no sonho, não lembro de nenhum casado ali. Corríamos com muita naturalidade, sem cansar ou olhar para os lados, todos olhavam para a frente. Mas todos conversavam, ou seja, agiam naturalmente como se correr fizesse parte da nossa vida, como se fosse a nossa vocação, simplesmente corríamos para um alvo e sabíamos disso, não carregávamos nada, apenas corríamos, aquele era o nosso objetivo. Para esse momento do sonho veio em meu coração o texto:

“…Desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o autor e consumador da nossa fé, Jesus…”

O terreno era plano, e não existiam obstáculos, exceto arbustos bem esparsos e um pouco sombrios, o que contrastava com o ambiente, mas pareciam inofensivos. Nesses arbustos, existiam algumas flores até bonitas, e alguns frutos, o que atraía alguns dessa comissão que corria para o mesmo alvo. Quando essas pessoas atrasavam o passo, se aproximavam dos arbustos e olhavam as flores ou frutos que pareciam inofensivos, saía dali uma serpente que em um movimento de bote se aproximava ao máximo daquela pessoa, olhava nos olhos como se algo os atraísse, e os enrolava. Logo surgiam várias serpentes que se multiplicavam com muita velocidade, e rapidamente a pessoa era tragada pra baixo da terra e ninguém mais o via. No lugar onde a pessoa havia sido tragada ficava um buraco negro no chão.
Alguns da comissão que corria passaram a se aproximar dos arbustos e muitos começavam a ser tragados pra baixo da terra. Quem não se aproximava, ficava muito perplexo, pois a situação realmente era assustadora. Mas, em meio a isso tudo alguns começavam a gritar: NÃO PAREM DE CORRER! As pessoas que gritavam passaram a fazer de tudo para que o máximo de pessoas se salvasse. As investidas continuavam, as serpentes que só atacavam aqueles que se aproximavam, passaram a se fortalecer e buscar pessoas mais distantes das árvores, as raízes das árvores também cresciam e se tornavam obstáculos em nosso caminho.

Precisávamos correr agora superando obstáculos, e precisamos sacar espadas e cortar as serpentes que se colocavam em nosso caminho. Mas poucos realmente lutavam. A maioria estava sendo tragado ou estava perplexo. Muitos começaram a ser tragados porque diminuíam o passo e se tornavam mais vulneráveis. Mas aqueles que lutavam o faziam com uma coragem muito grande, e com suas espadas salvavam alguns que estavam já enredados, mas que ainda não haviam sido tragados. Essas pessoas gritavam continuamente: NÃO PAREM DE CORRER! Cortavam as serpentes, e empurravam os perplexos pra que não diminuíssem o passo. Em um dado momento, uma pessoa foi tragada e ficou aquele buraco negro no chão, e quando todos já achavam que não tinha mais jeito, uma irmã saiu correndo de muito longe, gritando que não deixassem aquilo acontecer. Essa irmã pulou dentro do buraco e sumiu. Achamos que ela também morreu, mas segundos depois ela subiu com a outra irmã embaixo do braço, colocou ela de pé, limpou, também se limpou (tudo muito rapidamente) e empurrando a irmã continuava gritando: NÃO PAREM DE CORRER! Os que ficavam em grupo conseguiam seguir correndo, e mesmo enredados, havia tempo de serem salvos.
A grande maioria passou pela experiência desesperadora de ser enredado. Me assustava porque mesmo que todos vissem que o fim da admiração pelas flores e frutos dos arbustos seria a morte, muitos depois de ver outros morrendo, iam mesmo assim. Alguns eram cercados, pegos em ciladas, mas outros optavam por ir. Era muito claro que aqueles que se afastavam do grupo, por negligência nossa, por cilada das serpentes ou por opção, eram muito mais facilmente tragados. Alguns pareciam se entregar, por acharem aquilo tudo muito difícil. Era uma verdadeira guerra, e éramos uns responsáveis pelos outros. Ninguém conseguia se salvar sozinho, nos ajudávamos cortando as serpentes, pois eram muitas pra que alguém conseguisse sozinho, mas haviam poucos para lutar pelos outros. Realmente era uma guerra, e em meio a toda essa situação eu acordei. Logo que acordei veio em meu coração o texto:

“Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”

fevereiro 18, 2009 at 7:50 pm 7 comentários


 

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